Urbanização em Perus

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Abrangência: Bairros e Loteamentos

Classificação: Urbanização

URBANIZAÇÃO DAS GLEBAS MANQUINHO E PONTE SECA

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    Reconhecimento do território: síntese do diagnóstico

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    Diretrizes urbanísticas e ambientais de ocupação

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    Espacialização do sistema viário, diferentes tamanhos de lote e áreas verdes

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    Urbanização gleba Ponte Seca: novas centralidades e áreas institucionais

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    Ocupação de quadra permeável com lotes individualizados

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    Ocupação de quadra com habitação de interesse social e área pública central

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As Glebas denominadas Manquinho e Ponte Seca, de propriedade da Cia. Melhoramentos inserem-se nos limites administrativos do Distrito de Perus, Zona Noroeste do Município de São Paulo. Localizadas junto à Rodovia dos Bandeirantes, encontram ao norte o limite de São Paulo com o Município de Caieiras, que coincide nesta área com o Rio Juqueri. As duas áreas foram durante décadas caracterizadas pelo plantio de eucaliptos para a produção de papel e celulose que caracterizava junto ao Parque Anhanguera uma paisagem verde no limite de São Paulo e Caieiras. A mudança nas dinâmicas econômicas e a localização estratégica destas glebas levaram aos estudos das possibilidades de expansão da mancha urbana em uma área que sofre uma grande pressão populacional nas margens do município de São Paulo com as demais cidades da Região Metropolitana.

O projeto de urbanização proposto segue as diretrizes gerais desenvolvidas para o conjunto das Glebas da Cia. Melhoramentos e visa integrar Manquinho e Ponte Seca com as áreas já urbanizadas de Perus. A partir do levantamento e caracterização das áreas com restrições ambientais, como vegetação significativa, extensões de APP ao longo dos rios e terrenos com declividade acima de 30 foram delimitadas as áreas passíveis de ocupação. Na Gleba Manquinho que se encontra entre o Parque Anhanguera, o Rio Juqueri e a Rodovia dos Bandeirantes foi proposta uma urbanização de baixa densidade com uso predominantemente residencial e centros empresariais ao longo da Rodovia Bandeirantes e da Estrada de Perus. Na porção Ponte Seca foi proposta uma ocupação de maior densidade e maior diversificação dos usos com lotes industriais, centro de serviços, comércio e residências prevendo áreas institucionais para abrigar uma série de serviços públicos previstos pelo PDE como Unidades Básicas de Saúde, Escolas de Ensino Infantil e Fundamental, Bibliotecas e Ponto de Cultura. Todos estes usos são articulados por uma rede viária hierarquizada que cria centralidades locais e apresenta vias coletoras de ligação entre os novos núcleos de vizinhança, contando com duas transposições da linha férrea, além de um sistema cicloviário que integra os núcleos residenciais aos parques lineares propostos ao longo dos rios, que por sua vez compõem um sistema de áreas públicas de lazer.